January 16, 2026

Empresas tecnológicas exigem líderes tecnológicos e, com o avanço exponencial da inteligência artificial (IA) nas organizações, criar uma estratégia sólida tornou-se uma vantagem competitiva determinante. Mais do que incorporar plataformas automatizadas, trata-se de adaptar a tecnologia à realidade e à cultura de cada empresa, equilibrando inovação com responsabilidade. Para Elsa Veloso, CEO da DPO Consulting, […]
Empresas tecnológicas exigem líderes tecnológicos e, com o avanço exponencial da inteligência artificial (IA)nas organizações, criar uma estratégia sólida tornou-se uma vantagem competitiva determinante. Mais do que incorporar plataformas automatizadas, trata-se de adaptar a tecnologia à realidade e à cultura de cada empresa, equilibrando inovação com responsabilidade.
Para Elsa Veloso, CEO da DPO Consulting, o verdadeiro poder da IA reside na ética e transparência, pilares que devem estar no centro das decisões empresariais. À Líder, a especialista defende que a governação da IA deve ser tratada como uma questão de gestão estratégica, com supervisão humana, formação especializada e estruturas de governance robustas. Porque, no futuro próximo, as organizações que aliarem responsabilidade digital à eficiência tecnológica serão as que realmente lideram com propósito, confiança e resultados sustentáveis.
Leia o artigo na íntegra aqui: Na IA, «ética e transparência não são um gesto cosmético»